quinta-feira, 9 de junho de 2011

Ele é mesmo um fenômeno


Dia 07 de junho de 2011. Nessa data o maior artilheiro em Copas do Mundo, e um do maiores jogadores da história se despediu em definitivo do futebol profissional, e já deixa saudades. Ninguém personifica tanto a palavra fenômeno quanto ele.

Sou fã do Ronaldo, que independente das bobagens que fez fora dos campos (e quem não faz?), foi um jogador fora de série, muita acima da média, e que deixou sua marca na história do futebol. Não só pelo recorde em Copas, mas pelos prêmios, pelos títulos, e pelo poder de superação. Como um cara que passou por tudo que ele passou não desistiu?

E não só isso, pois além de resistir, ele venceu, como em 2002, quando ele foi para a Copa em meio a críticas de que ele tinha acabado para o futebol, depois de tantas cirurgias e de tanto tempo parado. Esse homem calou muita gente, mais de uma vez, inclusive eu.

Em relação ao jogo de despedida, foi incrível ver o time jogando em função dele durante os 15 minutos em que o camisa 9 esteve em campo, e foram os melhores 15 minutos da seleção no jogo. Mesmo fora de forma, bastante eu diria, o cara consegue se posicionar bem, ter 3 chances claras. Só faltou o gol mesmo para ficar perfeito. Mas ele não precisa. Ele já é o cara, independente desse gol que não saiu.

O segundo tempo da partida, já sem Ronaldo, foi uma tristeza. É nessas horas que você vê que muitas vezes o jogo fica chato porque os jogadores não fazem esforço nenhum para que o jogo melhore. Como podem ter jogado tão diferente quando Ronaldo estava em campo? Uma resposta simples: Vontade.

Ronaldo, parabéns pela carreira vitoriosa, muito obrigado pelas alegrias que você me proporcionou e curta a sua vida. Você merece!

Arrisco a dizer que, dos jogadores que vi jogar nesses 27 anos de vida, Ronaldo foi o melhor.

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